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terça-feira, 31 de março de 2009

Proteja-se do Conficker e de outras pragas virtuais da atualidade

Saiba como se defender do vírus que infectou 15 milhões de PCs e está incomodando até a Microsoft.

Eles são o terror de quem usa a internet. Malwares! É difícil que um internauta nunca tenha tido problemas com vírus e outros programas maliciosos que infestam o ciberespaço.

Ultimamente o mundo virtual tem ficado apreensivo quanto a uma nova e desconhecida ameaça que ronda a internet e está incomodando uma das mais poderosas empresas do mundo: a Microsoft.

Ele é chamado de Conficker e estimativas apontam para mais de 15 milhões de computadores infectados. Seus efeitos ainda são um mistério, pois informações sobre do que ele é capaz ainda são imprecisas. Seu poder deverá ser conhecido amanhã: especialistas acreditam que ele será ativado no dia 1º de abril de 2009.

CONFICKER
A ameaça misteriosa

Ele começou a ser distribuído ano passado e já alcançou mais de 15 milhões de computadores ao redor do mundo (de acordo com estimativas da F-Secure). Depois de sua descoberta e consequente enfraquecimento, seus programadores já lançaram diversas novas versões. Ao infectar uma máquina, ele pode se espalhar pela rede automaticamente, sem que seja necessária a mínima atividade.

Até a gigante da informática Microsoft entrou na briga e no dia 13 de fevereiro deste ano ofereceu uma recompensa de US$ 250 mil para quem ajudar a prender os seus criadores. Este malware é o Conficker, também conhecido por Downadup, que surgiu no ano passado e já pôs em sinal de alerta todo o mundo virtual.

Este software malicioso se aproveita de uma brecha de segurança nos sistemas operacionais Windows e então se aloja no sistema. Especialistas da Symantec apontam que o maior número de PCs infectados possuem Windows XP SP2 e Windows 2003 SP1 não atualizados. Ao contrário do se acreditou inicialmente, o Windows Vista também está vulnerável a esta infecção.



Do que ele é capaz?

Especialistas dizem que ele deverá ser ativado e realizar seu primeiro ataque amanhã, dia 1º de abril de 2009. Mas especialistas da Microsoft apontam que ele impede o uso do recurso de restauração do sistema e baixa outros malwares para o computador. Desativando a restauração, o vírus impede que você consiga restaurar seu sistema a um ponto anterior a alguma alteração.

Objetivos maliciosos

Mas você também deve estar se questionando: qual seria o intuito de se invadir tantas máquinas assim simultaneamente? Pesquisando na internet, uma hipótese foi bastante recorrente, a de que os responsáveis por este malware objetivem criar uma enorme botnet.

Botnets são redes de máquinas infectadas por vírus que as tornam “zumbis”, ou seja, elas ficam vulneráveis a um controle à distância, de maneira simultânea e coordenada, por outras máquinas. Desta forma, os criadores do Conficker poderiam espalhar em pouco tempo mensagens de spam e até mesmo abalar a estrutura de internet de um país inteiro, tudo sem sair da frente de um computador central.

A título de comparação, um dos mais ameaçadores botnets da atualidade chamado de Storm, possui em sua rede 80 mil máquinas, um número milhões de vezes inferior aos 15 milhões do Conficker estimados pela F-Secure. Ou seja, independente do que este malware for capaz, provavelmente irá causar dano a muita gente.

Proteja-se!

Além de previsões virtualmente apocalípticas, os especialistas também dão algumas dicas de como se proteger desta ameaça invisível. A Microsoft lançou uma atualização para corrigir a falha no sistema utilizada pelo Conficker. Clique aqui para fazer o download. É importante instalá-la antes mesmo de desinfectar sua máquina.

Contudo, é possível que o vírus bloqueie a atualização e neste caso, tente algumas das alternativas abaixo, desenvolvidas especialmente para combater o Conficker (também conhecido como Downadup).

Cuidado na hora de se proteger

Devido a todo o alvoroço em torno desta ameaça, muitos outros cibercriminosos se aproveitam para conseguir novas vítimas. Portanto, fique atento e não saia clicando em qualquer link que promete levar você até a cura do Conficker. Antes disso, procure verificar a fonte da informação, de onde ela vem e também para onde levará você.

Outros crackers foram capazes de manipular resultados de buscas do Google, prometendo proteção contra a nova versão do vírus que será lançada amanhã. Na verdade, estes links podem levar você para páginas com novas infecções para seu computador, o que seria algo totalmente desagradável. Apesar do mecanismo de busca do Google ser um dos mais eficientes do mundo, nem sempre ele consegue ser 100% seguro. Fique atento!

A F-Secure divulgou ainda uma página falsa na internet que promete ter a cura para esta praga. Acessando o site remove-conficker.org, os usuários poderiam fazer o download de um antivírus que daria conta do recado.

Só que na prática o que acontece é justamente ao contrário. O programa baixado infecta sua máquina e lhe oferece a versão completa do software por US$ 40, para que então você possa limpar seu PC. A página citada está desativada, mas é sempre bom estar com os dois olhos abertos com esses pilantras.

Portanto, se você quer realmente se proteger baixe um bom programa antivírus como o Kaspersky, o NOD32, o Avira, o Norton, o F-Secure, o BitDefender ou tantos outros ótimos softwares do gênero que lhe ajudarão a manter sua segurança. Lembre-se também de manter o banco de dados de seu antivírus sempre atualizado, este é outro ponto importante.

Será?

"Quando a esmola é demais o santo desconfia", já diz o velho ditado popular. Será que uma ameaça tão grande, comparada inclusive ao Bug do Milênio devido à imprecisão de suas informações, teria sua data de lançamento divulgada assim, tão abertamente? É de se desconfiar, afinal, o apocalipse cibernético provavelmente não seria anunciado aos quatro cantos desta forma. De qualquer modo, o Conficker existe e precaução nunca é demais, portanto, além de manter seus antivírus atualizados, procure também realizar um backup daquilo que é essencial em sua máquina para não correr maiores riscos.

OUTRAS PRAGAS

Sequestrador de arquivos

Uma nova onda entre os crackers (os “programadores do mal”) é a de programas que sequestram arquivos da máquina infectada e então pedem um “resgate” para que você possa reavê-los. Estes softwares maliciosos normalmente são instalados juntamente com outros programas, passando-se por uma atualização de algum outro aplicativo.

Um bom exemplo disso é o FileFix. Ele funciona assim: uma “atualização” é instalada em sua máquina e então trava seu acesso a arquivos com extensão DOC (do Microsoft Word) e PDF (do Acrobat Reader). Se você tenta abrir um destes arquivos, recebe um aviso indicando a instalação do FileFix 2009, um programa que irá desbloqueá-los.

Este software cumpre o que se propôs a fazer, só que a versão gratuita do programa é capaz de liberar apenas um arquivo. Para fazer o mesmo com o restante será preciso adquirir o FileFix Pro, que custa US$ 50. Se você foi uma das vítimas deste malware, não se preocupe. A Bleeping Computer desenvolveu o Anti FileFix, software gratuito que consegue recuperar seus arquivos bloqueados pelo FileFix.


Até o Linux...

Um vírus exclusivo do sistema operacional Linux e que poderá causar alguma dor de cabeça aos seus usuários é o psyb0t. Diferentemente dos outros malwares, ele não ataca seu computador ou notebook, mas sim modems ADSL e roteadores. Ele se aproveita de senhas fracas do equipamento e também da desatualização de firmwares para roubar informações de nomes de usuários e demais senhas usadas no computador. Contudo, o vírus não tem vida fácil no Brasil. As prestadoras de conexão ADSL normalmente bloqueiam as conexões necessárias para a instalação do vírus e também a configuração padrão normalmente presente em modems e roteadores acabam por impedir que esta praga ataque o seu equipamento. De qualquer jeito, é sempre bom ficar atento e se proteger


Malware é sempre um assunto complicado. Se você já passou por alguns problemas por causa deles sabe do que eu estou falando e provavelmente deve ter alguma proteção em sua máquina. Se você nunca foi infectado por vírus, não espere pela primeira vez para cuidar da segurança de dados e informações presentes em seu computador. Baixe um antivírus hoje mesmo.

De uma forma ou de outra, seja roubando informações, bloqueando acesso a arquivos ou até mesmo danificando seu computador gravemente a ponto de haver necessidade de formatação, estas ameaças estão sempre presentes e é preciso muito cuidado para evitá-las.

Espero que as informações que prestei a todos possam ajudar na proteção contra o Conficker. É importante ressaltar que este artigo não se trata de uma brincadeira de 1º de abril. Para o bem de toda a comunidade virtual, sempre que houver alguma novidade em relação a este assunto ainda tão desconhecido, eu solicito a vocês usuários que nos informem, postando comentários ou enviando emails. É só compartilhando a informação que conseguiremos nos proteger. Um abraço e se porsivel deixe seu comentario a respeito desta materia.

Fonte de pesquisa www.baixaki.com.br

Por Douglas Ciriaco





Placas-mãe, uma introdução

Esta é uma dica básica sobre placas mãe, que apresenta os componentes e barramentos, fala sobre a questão das placas onboard e offboard e inclui dicas gerais sobre alimentação e aterramento. É uma introdução para alguns alunos meus no curso de manutenção de micro computadores.


A placa-mãe é o componente mais importante do micro, pois é ela a responsável pela comunicação entre todos os componentes. Pela enorme quantidade de chips, trilhas, capacitores e encaixes, a placa-mãe também é o componente que, de uma forma geral, mais dá defeitos. É comum que um slot PCI pare de funcionar (embora os outros continuem normais), que instalar um pente de memória no segundo soquete faça o micro passar a travar, embora o mesmo pente funcione perfeitamente no primeiro e assim por diante.

A maior parte dos problemas de instabilidade e travamentos são causados por problemas diversos na placa-mãe, por isso ela é o componente que deve ser escolhido com mais cuidado. Em geral, vale mais a pena investir numa boa placa-mãe e economizar nos demais componentes, do que o contrário.

A qualidade da placa-mãe é de longe mais importante que o desempenho do processador. Você mal vai perceber uma diferença de 20% no clock do processador, mas com certeza vai perceber se o seu micro começar a travar ou se a placa de vídeo onboard não tiver um bom suporte no Linux, por exemplo.

Ao montar um PC de baixo custo, economize primeiro no processador, depois na placa de vídeo, som e outros periféricos. Deixe a placa-mãe por último no corte de despesas.

Não se baseie apenas na marca da placa na hora de comprar, mas também no fornecedor. Como muitos componentes entram no país ilegalmente, "via Paraguai", é muito comum que lotes de placas remanufaturadas ou defeituosas acabem chegando ao mercado. Muita gente compra esses lotes, vende por um preço um pouco abaixo do mercado e depois desaparece. Outras lojas simplesmente vão vendendo placas que sabem ser defeituosas até acharem algum cliente que não reclame. Muitas vezes os travamentos da placa são confundidos com "paus do Windows", de forma que sempre aparece algum desavisado que não percebe o problema.

Antigamente existia a polêmica entre as placas com ou sem componentes onboard. Hoje em dia isso não existe mais, pois todas as placas vêm com som e rede onboard. Apenas alguns modelos não trazem vídeo onboard, atendendo ao público que vai usar uma placa 3D offboard e prefere uma placa mais barata ou com mais slots PCI do que com o vídeo onboard que, de qualquer forma, não vai usar.

Os conectores disponíveis na placa estão muito relacionados ao nível de atualização do equipamento. Placas atuais incluem conectores PCI Express x16, usados para a instalação de placas de vídeo offboard, slots PCI Express x1 e slots PCI, usados para a conexão de periféricos diversos. Placas antigas não possuem slots PCI Express nem portas SATA, oferecendo no lugar um slot AGP para a conexão da placa de vídeo e duas ou quatro portas IDE para a instalação dos HDs e drives ópticos.

Slots PCI e slot AGP

Slots PCI Express (acima) e slots PCI em comparação

Temos ainda soquetes para a instalação dos módulos de memória, o soquete do processador, o conector para a fonte de alimentação e o painel traseiro, que agrupa os encaixes dos componentes onboard, incluindo o conector VGA ou DVI do vídeo, conectores de som, conector da rede e as portas USB.

O soquete (ou slot) para o processador é a principal característica da placa-mãe, pois indica com quais processadores ela é compatível. Você não pode instalar um Athlon X2 em uma placa soquete A (que é compatível com os antigos Athlons, Durons e Semprons antigos), nem muito menos encaixar um Sempron numa placa soquete 478, destinada aos Pentium 4 e Celerons antigos. O soquete é na verdade apenas um indício de diferenças mais "estruturais" na placa, incluindo o chipset usado, o layout das trilhas de dados, etc. É preciso desenvolver uma placa quase que inteiramente diferente para suportar um novo processador.

Existem dois tipos de portas para a conexão do HD: as portas IDE tradicionais, de 40 pinos (chamadas de PATA, de "Parallel ATA") e os conectores SATA (Serial ATA), que são muito menores. Muitas placas recentes incluem um único conector PATA e quatro conectores SATA. Outras incluem as duas portas IDE tradicionais e dois conectores SATA, e algumas já passam a trazer apenas conectores SATA, deixando de lado os conectores antigos.

Existem ainda algumas placas "legacy free", que eliminam também os conectores para o drive de disquete, portas seriais e porta paralela, incluindo apenas as portas USB. Isso permite simplificar o design das placas, reduzindo o custo de produção para o fabricante.

Placa soquete 775

Tudo isso é montado dentro do gabinete, que contém outro componente importante: a fonte de alimentação. A função da fonte é transformar a corrente alternada da tomada em corrente contínua (AC) já nas tensões corretas, usadas pelos componentes. Ela serve também como uma última linha de defesa contra picos de tensão e instabilidade na corrente, depois do nobreak ou estabilizador.

Embora quase sempre relegada a último plano, a fonte é outro componente essencial num PC atual. Com a evolução das placas de vídeo e dos processadores, os PCs consomem cada vez mais energia. Na época dos 486, as fontes mais vendidas tinham 200 watts ou menos, enquanto as atuais têm a partir de 450 watts. Existem ainda fontes de maior capacidade, especiais para quem quer usar duas placas 3D de ponta em SLI, que chegam a oferecer 1000 watts!

Fonte de alimentação (PSU) de 500 watts

Uma fonte subdimensionada não é capaz de fornecer energia suficiente nos momentos de pico, causando desde erros diversos, provocados por falhas no fornecimento (o micro trava ao tentar rodar um game pesado, ou trava sempre depois de algum tempo de uso, por exemplo), ou, em casos mais graves, até mesmo danos aos componentes. Uma fonte de má qualidade, obrigada a trabalhar além do suportado, pode literalmente explodir, danificando a placa-mãe, memórias, HDs e outros componentes sensíveis.

Micro montado

Evite comprar fontes muito baratas e, ao montar um micro mais parrudo, invista numa fonte de maior capacidade.

Não se esqueça também do aterramento, que é outro fator importante, mas freqüentemente esquecido. O fio terra funciona como uma rota de fuga para picos de tensão provenientes da rede elétrica. A eletricidade flui de uma forma similar à água: vai sempre pelo caminho mais fácil. Sem ter para onde ir, um raio vai torrar o estabilizador, a fonte de alimentação e, com um pouco mais de azar, a placa-mãe e o resto do micro. O fio terra evita isso, permitindo que a eletricidade escoe por um caminho mais fácil, deixando todo o equipamento intacto.

O fio terra é simplesmente uma barra de cobre com dois a três metros de comprimento, que é cravada no solo, no meio de um buraco de 20 cm de largura, preenchido com sal grosso e carvão. Naturalmente, instalar o terra é trabalho para o eletricista, já que um aterramento mal feito pode ser mais prejudicial que não ter aterramento algum. Não acredite em crendices como usar um prego fincado na parede ou um cano metálico como aterramento.

Sem o terra, o filtro de linha ou estabilizador perde grande parte de sua função, tornando-se mais um componente decorativo, que vai ser torrado junto com o resto do equipamento, do que uma proteção real.

Nas grandes cidades, é relativamente raro que os micros realmente queimem por causa de raios, pois os transformadores e disjuntores oferecem uma proteção razoável. Mas, pequenos picos de tensão são responsáveis por pequenos danos nos pentes de memória e outros componentes sensíveis, danos que se acumulam, comprometendo a estabilidade e abreviando a vida útil do equipamento.

A longo prazo, o investimento na instalação do terra e melhorias na instalação elétrica acabam se pagando com juros, principalmente se você tem mais de um micro.

Fonte de pesq.: http://www.guiadohardware.net






Oito dicas para a bateria do seu celular durar mais

Atitudes básicas podem aumentar o tempo de uso de um aparelho entre uma carga e outra. Confira!

Quem tem celular muito provavelmente sofre com a bateria. Ora ela descarrega subitamente, ora ela acaba bem no meio de uma ligação importante. Certamente essas pessoas se cansam de ouvir dicas: “Não carregue o celular ligado”, “Só carregue quando ele desligar sozinho, descarregado” e por aí vai.

Este artigo tem a finalidade de explicar como funciona uma bateria e, consequentemente, o que fazer para que ela dure mais. Atente para essas dicas e tenha um celular “adestrado”, que responde muito mais às suas vontades do que as dele!

Um mundo recarregável

O uso crescente de aparelhos eletrônicos como notebooks, celulares, tocadores MP3 e ferramentas sem fio aumentou a necessidade de baterias recarregáveis. A ideia do funcionamento de uma bateria recarregável é simples: quando energia elétrica é aplicada à bateria, o fluxo de elétrons de negativo para positivo é revertido, restaurando a energia. Isso requer um adaptador.

Tenha em mente que nenhuma bateria recarregável dura para sempre. Todos os tipos de bateria sofrem com o desgaste das suas células e perdem o uso com o tempo.

Tipos de baterias

Há quatro tipos básicos de bateria para celulares: Lítio Polímero, Íon Lítio, Níquel Híbrido e Níquel-Cádmio.

Baterias de Lítio Polímero são mais recentes. São muito leves e é praticamente impossível explodi-las. Já baterias de Íon Lítio são mais comuns em aparelhos modernos e têm a capacidade de carregar rapidamente até 80% de sua capacidade.

Baterias de Níquel Híbrido são maiores, mas são carregadas rapidamente e têm vida útil grande. Baterias de Níquel-Cádmio são as mais antigas e tendem a apresentar problemas com memória. Este tipo de bateria está caindo em desuso.

Precisa ficar ligado?

Digamos que você não pretende atender ao telefone enquanto estiver dormindo ou no trabalho, por exemplo. Ou então que você está em uma área sem sinal ou com sinal muito fraco.

Primeira dica: desligue o telefone. Esta é a maneira mais eficiente de fazer a bateria durar mais. Se você não pretende atender, então desligue.

Se o sinal está fraco, o aparelho tende a buscar continuamente pelo serviço, o que consome muita bateria. Claro que o telefone não precisa passar mais tempo desligado do que ligado, mas vale a pena considerar a necessidade de mantê-lo ativo.

Um problema comum em baterias do tipo Níquel-Cádmio é o efeito memória. Isso acontece quando a bateria é continuamente recarregada antes de ter mais de 50% de sua capacidade descarregada. A bateria acaba “esquecendo” de descarregar totalmente. No final das contas, a bateria vai trabalhar sempre com apenas 50% de sua capacidade.

Segunda dica: saiba qual é o tipo da bateria do seu aparelho. Nela está indicado. No manual do aparelho você também deverá encontrar esta informação.

Para aproveitar melhor uma bateria Níquel-Cádmio, deixe que ela seja descarregada totalmente uma vez a cada duas semanas ao menos, carregando-a completamente em seguida.

No bolso

Se você passa muito tempo com o celular no bolso e percebe que a bateria descarregou rapidamente, pode significar que o calor do seu corpo está consumindo a bateria. O calor acelera processos químicos dentro da bateria, fazendo com que ela descarregue rapidamente.

Terceira dica: mantenha o aparelho longe do calor. O calor excessivo não somente diminui a capacidade da bateria como pode prejudicar os componentes de qualquer aparelho eletrônico. Atente para as cargas: se o aparelho esquentar demais, pode ser que seu carregador não está funcionando corretamente.

Se você estiver sem o carregador, mas vai precisar bastante do aparelho, desligue-o e deixe na geladeira durante a noite. Isso vai desacelerar a descarga da bateria. Espere cerca de uma hora para ligar o aparelho novamente.

Funções-estardalhaço

Funções como vibrar, luz de fundo e volume do toque consomem bateria. Portanto, analise a necessidade de uso de cada uma dessas funções. Se você não precisa que o telefone vibre, desative essa função, uma vez que ela consome muita bateria.

Quarta dica: use funções específicas somente o necessário. Ao usar somente o toque, ajuste o volume necessário. Quanto mais alto o volume, mais energia é consumida.

Quanto à luz de fundo, configure-a para ser ativada durante um curto período de tempo, o suficiente para você conseguir enxergar o que deseja. Isso serve para qualquer função específica, como câmera, conexão com a internet, etc.

Se você precisa de bateia, mas não está com o carregador, evite utilizar funções desnecessárias. Isso inclui flash e Bluetooth.

Bluetooth

Além de consumir muita bateria, o recurso Bluetooth pode transmitir vírus e conteúdos indesejados. Logo, mantenha-o desligado caso você não precise.

Quinta dica: mantenha Bluetooth, WiFi e GPS desligados caso você não precise. Estes recursos consomem muita bateria.

Tenha em mente que é possível adquirir um aparelho repleto de recursos e mesmo assim aproveitar tudo sem prejudicar a bateria. É uma questão de saber quando é necessário ativar uma função específica.

Prolongando a vida útil da bateria

Essas dicas servem não somente para aumentar o tempo de uso de uma bateria entre uma carga e outra, mas também para aumentar a vida útil dela.

Sexta dica: baterias de níquel devem ser carregadas durante cerca de 16 horas na primeira carga e passar por quatro ciclos de descarga total / recarga.

Sétima dica: mantenha o aparelho longe de metais e umidade.

Oitava dica: limpe os contatos da bateria e do aparelho. Com o tempo, eles podem acumular sujeira. Use cotonete e álcool isopropílico para limpar esses contatos.

Dicas:Por Danilo Amoroso

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